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Uma pipoca e League of Legends, bela combinação.

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15 julho 2015

Mini-Análise: Série OlliOlli, substituto de Tony Hawk ou do Skatinho de dedo?



Nem um, nem outro.

OlliOlli é uma nova forma de jogar um jogo com skates, ou até mesmo podemos considerar um renascimento para o esporte nos games.

Diferente das séries “Tony Hawk” e Skate, OlliOlli nos coloca em uma jogabilidade side scrolling em 2D, com pulos e manobras no ar, em corrimões e objetos.

O jogo produzido pela Roll7 foi lançado sem muito alarde da mídia, e os próprios produtores não investiram tanto em marketing para o mesmo, mas como sabemos, tudo na vida que é bom e que se destaca dos demais, acaba chegando aos ouvidos de todos sem precisar de muitas promessas. A indústria de games tem muito o que aprender com isso.

Com uma fluidez incrível e uma jogabilidade fácil, OlliOlli conquistou muitos fãs, ainda mais de um esporte que faz bastante sucesso com o público gamer e que por tanto tempo ficou órfão de um jogo bom e que mudasse um pouco de tudo que já foi visto.



OlliOlli é um jogo simples em que a todo momento andamos para frente com o skate, acelerando-o, pulando, e fazendo manobras para ir evoluindo na fase. Para que isso ocorra, em cada circuito existem 5 objetivos para serem alcançados, podendo ser de pontuação na corrida inteira, em apenas um obstáculo, coletar objetos pela pista, realizar certa manobra, entre outros. Após completar os 5 objetivos, será possível refazer essa mesma pista no modo “Pro” com novos obstáculos e objetivos.
A progressão do jogo é outro fator interessante, pois além de poder mudar os locais que você anda, como as ruas, praias ferro velho, entre outros. É possível perceber a sua evolução em relação às mecânicas do jogo, em que o “timing” para fazer as manobras e apertar o botão na hora exata de sua aterrissagem, mostrando que por mais simples que seja o jogo, ainda é possível existir diferença entre a forma de jogar e habilidade de cada jogador.

Com todo sucesso do primeiro jogo da série, uma sequencia era esperada e com isso foi produzido o OlliOlli2, lançado em Março de 2015 para Playstation 4 e Playstation Vita, em que os assinantes da Plus daquele mês recebeu de graça.



Assim como seu antecessor, OlliOlli 2: Welcome to Olliwood fez um grande sucesso com a crítica e as notas foram muito boas. O jogo segue a mesma premissa do primeiro, a forma de jogar pouco mudou, os produtores jogaram no seguro, melhorando apenas pontos como a câmera, que agora ficou um pouco mais afastada, melhorias gráficas e as manobras mais responsivas. Os mapas são muito mais bem detalhados, do que eram pistas escuras e sem muita vida do primeiro jogo. Algo que ficou faltando é a customização do personagem ou do shape do Skate.

Em seus dois jogos, OlliOlli além da jogabilidade precisa, se destacou em outro fator, a sonoridade. Os efeitos sonoros são competentes, apesar de serem apenas sobre colisões (do skate com o chão e os objetos e do corpo do personagem ao cair) fazem um bom trabalho. Mas onde a parte sonora brilha são as músicas, que combinam muito com o estilo do jogo, a equipe da Roll7 foi extremamente competente ao escolher o soundtrack para os dois jogos, em alguns momentos nos pegamos apenas curtindo a música enquanto fazemos outras coisas, descansar os olhos e ouvir as músicas de OlliOlli é prazeroso.




OlliOlli é uma série divertida de um esporte que sempre teve seguidores no mundo dos games, o skate. Dentro de sua limitação gráfica e da simplicidade dos movimentos do personagem, a série faz bonito, talvez por não ter hoje um concorrente competente, OlliOlli é um jogo muito recomendado para pelo menos dar uma jogada, mas não diga que eu não avisei do quão viciante ele pode ser, ainda mais se a trilha sonora te pegar.

13 julho 2015

Mini-Análise: Rocket League




Futebol, Carros, Nitro, pelos e multiplayer.

Essa é uma bela combinação e Rocket League nos mostra isso.

Continuação do jogo Supersonic Acrobatic Rocket-Powered Battle-Cars! (uau), o mais novo jogo da Psyonix e saiu para PC e Playstation 4 (onde foi dado para assinantes do plano Plus da Sony).

Rocket League é uma mistura de muitas paixões dos brasileiros e funciona de uma forma muito consistente. A física da bola, que apesar de ter as funções de uma de futebol é feita de ferro e grande, em comparação ao gol e os carros. O jogo foi pensado e produzido para ser jogador no modo 3x3, mas podemos jogar em variações de 1x1, 2x2 e 4x4.

Como já dito, Rocket League é um jogo de futebol com carros, cada jogador pode modificar o seu carro de diversas formas. No jogo não existe um chute em si, apenas o contato do carro que impusionará a bola de acordo com a sua velocidade e em que lugar da bola seu carro atingir, podemos além de acelerar e frear, usar nitro e pular, podendo fazer uma manobra no ar com o mesmo botão de pulo. As partidas tem o tempo de 5 minutos, onde é jogado dentro de arenas fechadas, que a bola não pode sair de jogo e os carros podem escalar as paredes para realizar suas manobras.

A jogabilidade é um ponto forte do jogo, que apesar dos poucos comandos possíveis, ela funciona de uma forma muito responsiva, controles que não te enganam e que dentro das limitações que ele te emprega é possível realizar diversas jogadas diferente, dependendo da criatividade de cada jogador. 



O ponto fraco fica para a câmera. Temos dois opções, uma que acompanha a bola em todos os momentos, controlado de forma automática e que podemos controlar de forma restrita com o analógico direito e outra que acompanha seu carro e é mais livre para o controle. Ambas não funcionam muito bem, a primeira quando a bola está ao ar, o jogador poderá ficar perdido, pois não é possível ter uma boa noção de onde estamos em relação a bola e a segunda não é prática.

A personalização do jogo é ótima. Após a partida vamos reunindo experiência para desbloquear novos carros, decalques, a cor e estilo do nitro, “capacete” e antena para seu carro.

Rocket League tem um modo off-line interessante, podendo jogar partidas amistosas, em que o próprio jogador escolhe as regras do jogo. Mas o brilho ao jogar solo se dá no modo temporadas, que consiste em criar seu time, escolher seus companheiros de equipe, controlados por bot, nome e logo do time. Em temporadas jogamos uma liga contra times aleatoriamente criados e controlados pelo computador, com as mesmas regras dos jogos normais, mas com contabilização de pontos por cada partida, que ao final os primeiros colocados da tabela passarão para a segunda fase.

Agora vamos ao que realmente interessa, peço desculpas se leu até aqui com muita atenção, mas onde Rocket League se mostra um jogo muito divertido é ao jogar online e se possível com amigos. Poder jogar com pessoas que conhece, rindo de cada jogada errada, vez que é explodido em campo ou quando te explodem (sim, isso também é possível) e principalmente vibrando a cada gol chorado e se intitulando de “carro do Neymar” é a parte mais legal do jogo. Outro fator que contribui com a diversão é perceber a evolução de sua habilidade com poucas partidas disputadas.

Rocket League é até o momento uma das melhores novidades de 2015, jogo que se não é uma inovação, com toda certeza foi muito bem aprimorado, em dois ramos que pouco mudam, como futebol e jogos de corrida tem um novo candidato que poderá agradar tanto os amantes de um futebol bem jogado, ou uma corrida disputada, quanto quem não tem paciência para estes estilos de jogo.


Portanto vale muito a pena pelo menos dar uma chance para Rocket League, que é muito difícil que ele não te divirta com suas jogadas engraçadas.



17 abril 2015

Dying Light: levando a sobrevivência ao máximo!

Dying light é um dos mais recentes títulos de zumbis lançado em 2015,o game veio com tentativas de inovações e melhores funcionalidades para mecânicas que já foram usadas.

O game se passa em um cidade fictícia,onde um agente secreto se infiltra no apocalipse zumbi, atrás de "algo" que pode mudar toda essa imagem de destruição. Seguindo a linha de outros games do gênero survivor/horror, Dying Light faz com que o jogador sinta medo em seus trechos noturnos, força o jogador a explorar e gastar itens para a construção de novos itens e leva a exploração do mundo aberto há uma perspectiva não muito explorada em games do gênero, O PARKOUR!!! Esse é ponto forte do game, passando uma sensação de liberdade ao jogador, fazendo com que ele se sinta a vontade para chegar a qualquer lugar da forma que quer, porém você deve ser bastante cuidadoso, pois pode pisar em algo não muito seguro e cair; logo irá se ver rodeado dos "mastigadores de cérebro".

O game além de contar com um arsenal BRUTAL de armas brancas, armas de fogo e armadilhas, conta com uma grande variedade de inimigos, tanto de zumbis quanto de seres humanos, aonde os zumbis por sua grande parte são burros, lentos e só pensam em morder, porém surpresas te aguardam. Já os seres humanos até pedem para você se afastar e fica a seu critério matar um ser vivo a sangue frio ou deixa-lo dentro desse mundo aberto.

Entre tanta destruição não poderia faltar os gráficos da nova geração, que estão ótimos, porém sofrem de delays de renderização. O game também está totalmente em português, tornando mais fácil a interação com a história e com os personagens. O game conta com bons personagens, podemos até dizer que alguns são mais marcantes que o personagem principal.

Dying Light se resume em um ótimo game de survivor/horror estando disponível para PS4,XBOX ONE e PC


E aos que querem dar uma chance ao game...BOA NOITE, BOA SORTE, GOOD NIGHT, GOOD LUCK...