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Uma pipoca e League of Legends, bela combinação.

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15 maio 2015

Na Oca dos Indies: "The Evil Inside: The Game", jogo feito por um brasileiro que merece sua atenção.

Você é fã de jogos de terror? Caso sua resposta seja positiva, você está prestes a conhecer The Evil Inside: The Game.
Jogo criado por um brasileiro, e pasmem, ele está criando sozinho.
O nome do nosso herói é Renan Lacerda.
O que podemos esperar do jogo?

  1. O jogo contará com cinco finais diferentes dependendo de suas escolhas;
  2. Ao se ferir você terá 'Kits Médicos' espalhados pelo cenário;
  3. Para avançar no jogo você terá que resolver 'Puzzles' bem ao  P.T;
  4. Não haverá apenas você dentro do game, haverão outros personagens, e dependendo da ação que você escolher, isso implicará em suas vidas.


Segundo Renan, o jogo estará disponível ainda esse ano.


Assim que possível traremos uma entrevista exclusiva com o cara.

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14 maio 2015

Na Oca dos Indies: Mini análise de Awesomenauts. Fique por dentro do jogo.



  • Conhecendo o jogo:


Que tal um MOBA bem humorado e descompromissado da vitória ? Onde você controla personagens com um visual colorido e divertido.
À primeira vista o game não parece chamativo, porém basta alguns minutos para ficarmos completamente envolvidos com os personagens e com o seu gameplay diferente.

O jogo não conta com um modo 'Campanha' é puro e simples PVP. Mas não pense que isso é um ponto negativo, afinal, um bom MOBA se faz nas batalhas contra outros jogadores. Aliás aqui você irá brigar em 3 vs. 3. Com os amigos a jogatina fica mais divertida.

Estamos habituados aos MOBAs com visões mais "comuns", se assim podemos dizer, em League of Legends e DOTA como por exemplo, temos a visão 'Isométrica', já no Smite, temos a visão em 'Third Person'. 

Porém em Awesomenauts você terá uma visão em 2D de seu personagem similar os jogos de plataformas que já estamos acostumados. Lembra dos jogos Mega-men ? Será essa visão que você terá.


O game foi lançado em 2012 pela Ronimo Games, na época disponível para PC, Xbox 360 e Playstation 3. Sua versão para PS4 e Xbox One chegou tempos mais tarde, em março de 2014.

O jogo conta com atualizações até hoje e seu último Patch de atualização 2.9 foi lançado em 04 de março de 2015 pela Romino Games.


  • Personagens:



Awesomenauts conta com 12 personagens que podem ser liberados apenas passando de level, e conta com mais 5 personagens que podem ser adquiridos por meio de DLC's.
Para passar de level é simples, basta jogar. 
Cada level libera algo dentro do jogo, seja personagens ou desbloqueio de habilidades para eles.
Dentro do jogo encontramos basicamente três tipos de classes: Tank, Support e Damage.

Como o nome mesmo diz os 'Tanks' são os personagens que possuem mais pontos de vida, sua função assim como em qualquer outro jogo do gênero é aguentar a maior quantidade de dano possível para que o time consiga eliminar os inimigos e cumprir os objetivos.

Os suportes são peças fundamentais em Awesomenauts, com um kit de habilidades que lhes permitem tanto curar os aliados como prender os inimigos com alguma habilidade para que seus aliados consigam o abate. Mas cuidado com sua vida, geralmente suportes têm uma vida curta dentro do game.

Mas do que adianta aguentar todo o dano e prender os inimigos se não há alguém que dê o dano necessário, não é mesmo ? Bom essa função fundamental precisa ser feita com muita cautela, pois os Nauts têm uma vida muito curta e uma defesa fraca, então tenha cuidado ao andar sozinho pelas rotas do mapa.

  • Os Mapas:


Nesse ponto que o jogo comete alguns deslizes, não pela qualidade dos mapas e sim pela quantidade de mapas disponíveis no game.
São apenas quatro mapas onde não há grandes variações entre eles, o que pode tornar um jogo um pouco repetitivo e cansar fácil o jogador.
Todos os mapas contam com praticamente três rotas, a rota Superior (Top), a Área Neutra (Jungle) e a rota Inferior (Bot).
Há também alguns lugares que ao entrar você fica escondido, podendo assim armar emboscadas fatais para os inimigos.

Nas rotas Top e Bot iremos encontrar quatro torres duas aliadas na qual você terá que defender com unhas e dentes e as duas torres inimigas, as quais você deverá sentar o sarrafo para destruí-las.

Nas áreas neutras você irá encontrar monstros que você poderá abate-los para recuperar vida, um dos mapas em particular você contará com um 'boss' que dará solares (gold) global para os aliados.


Abaixo você verá os mapas disponíveis:

Ribbit IV:

Como peculiar, o mapa conta com o Solar Boss que é uma espécie de "chefão" do mapa, ao abate-lo você dará +20 solares para os aliados. Neste mapa os neutros se encontram na rota do meio.
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AI Station 404:
Neste mapa temos um campo gravitacional ao centro e próximo da rota Superior temos um lugar onde de tempos em tempos dão respawn Creeps mais fortes, você deverá pular em cima do botão para libera-los.
Neste mapa a área neutra fica na parte acima da rota superior.
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Sorona:
Já em Sorona os neutros também ficam na parte acima da rota superior. Já no Bot é onde se encontra a melhor parte do mapa, há um Verme que engole pessoas! Mas calma, ele só aparece quando algum Naut pisa no botão e aciona a fenda que o libera. Não podemos negar que é extremamente divertido fazer o inimigo desaparecer com um "toque de botão".
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Aiguillon:
Finalmente chegamos ao último mapa do game.
Este não há nada de muito inovador, apenas um "buff" que fica posicionado ao centro do mapa onde quem o pega, fica invisível. Mas tome cuidado, ao lançar o primeiro ataque ou habilidade você se tornará visível novamente, e dependendo de onde você esteja quando isso acontecer, estará em sérios apuros.
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  • Itens / Habilidades:




No decorrer do jogo, você irá por cima de cubinhos branco, eles são o "Ouro" da partida, se chamam Solares. Há muitos meios de ganhar solares, abatendo os Creeps, abatendo Nauts inimigos, matando os Neutros esses dão +3 Solares ao serem abatidos. 
Com seus solares você poderá comprar Itens ou melhorar suas habilidades dentro da 'Loja' do jogo.
Cada personagem possui um kit de habilidades únicas que podem ser melhoradas durante a partida, para isso basta pagar alguns Solares nelas.
Porém na loja há uma fileira que é comum em todos os Nauts, nela você poderá: aumentar sua vida máxima em 12%, aumentar a sua velocidade de movimento, etc.
Mas escolha com sabedoria, pois você pode apenas evoluir três habilidades / itens por fileira. 


  • Objetivo:


Como em todo jogo do gênero você deve destruir as torres inimigas, proteger as suas e destruir a base adversária.
Fórmula simples porém funcional.
Cada partida leva em média 20 minutos para terminar.


  • Conclusão:


Awesomenauts é um ótimo passatempo que peca na quantidade de mapas e por não ter servidores no Brasil, mas o lag aqui não atrapalha tanto quanto em outros jogos do mesmo estilo que citamos no inicio desta matéria.
Com gráficos e jogabilidade despretensiosos, o jogo garante diversão certa para aqueles que querem apenas passar um bom tempo rindo com os amigos.
Os efeitos sonoros são simples, porém bem trabalhados, a jogabilidade é fluida e os controles respondem bem aos comandos.
Mesmo que o seu time esteja levando uma surra do inimigo, é possível reverter a partida.
Alguns Nauts ainda precisam ser balanceados mas nada que tire o brilho do jogo.

Se você procura diversão sem estresse, esse é o jogo. Junte dois amigos e divirtam-se.






27 abril 2015

Na oca dos Indies: Spelunky


Sabe aquele jogo que você ama ou odeia, pois é, esse jogo se encaixa perfeitamente nesse esquema.
Spelunky é um jogo indie rogue like, no qual caso seu personagem morra você perde tudo e volta ao começo.

O jogo em HD foi lançado para várias plataformas da geração passada e melhorado nessa geração, com a sensação se estar mais polido e mais fluído, mas não pense que isto torna o jogo mais fácil.
A história do jogo não é muito importante, seu pai deixou umas pistas sobre uma caverna que existe tesouros e você deve encontra-lo, mas o forte deste jogo é querer chegar até o fim.

O objetivo de cada fase é coletar diamantes e ouro para poder comprar equipamentos com o lojista e encontrar uma pessoa perdida para ganhar uma vida extra ao final de cada fase, porém o que dificulta esse jogo é que TUDO te mata, desde armadilhas mortais, espinhos e até quedas mais altas arrancam tuas vidas.


Com um multiplayer local de até 4 pessoas, o jogo vira uma verdadeira bagunça, pois somente o player 1 fica com a tela centralizada, forçando andar todo mundo junto, uma pena que não exista modo multiplayer online pois seria uma ótima adição de conteúdo.
Este é um jogo muito viciante e que demandará um bom tempo para descobrir como escapar de cada armadilha e suas manhas, tornando-se um jogo bem recompensador.


24 abril 2015

Na oca dos Indies: Shovel Knight



Já pensou em enfrentar vários vilões com uma pá na mão?

Foi o que nosso herói pensou em fazer após perder a sua grande amiga, a Shield Knight e ver o seu reino ameaçado por vilões da Order of No Quarter e a sua comandante Enchantress.



Criação do estúdio Indie Yatch Club, Shovel Knight lembra os bons tempos de Nes, com gráficos similares aos jogos da época e criação de mapas visualmente e estruturalmente parecidos aos jogos em 2D da época. Outro fator nostálgico se dá na jogabilidade um tanto quanto simplória é basicamente o uso de dois botões e a utilização de mecânicas de movimentação para diferenciar os golpes que podem ser usados, que apesar de poucos, fizeram um trabalho muito interessante com obstáculos para serem ultrapassados de formas diferentes.

Shovel Knight tem um destaque muito grande em sua dificuldade, que talvez na primeira vez que for jogar não seja tão complicada assim, porém cada fase tem alguma surpresa diferente para o nosso herói da pá, por muitas vezes o que vochabilidades se torna uma armadilha, alguma plataforma muda do que está acostumado e a morte vem para sua tela de forma traiçoeira.




Para diminuir um pouco a dificuldade, não esqueça de fazer upgrades, o dinheiro no jogo é algo muito importante, a progressão das fases está ligada à sua evolução monetária e a morte igualmente, pois ao morrer três sacos com sua grana caem do seu bolso e na próxima vez que for passar por ali será necessário passar por cima deles para recuperar. Com essa pequena fortuna podemos fazer upgrades para nosso herói dentro das vilas do jogo, podendo comprar mais mana, vida, armaduras com recursos diferentes, entre outros.

Além disso temos as habilidades que o herói pode comprar e conseguir pelas missões, algumas vezes fácil de ser encontrado, outras precisando abrir um buraco em uma parede não tão óbvia. Essas habilidades trazem um grande diferencial ao jogo, pois são muitas e com diversas funcionalidades e cabe ao jogador utilizar a habilidade certa, no momento certo.



Os chefões de cada fase são um show à parte, muito difíceis e cada um com uma mecânica diferente do outro, com variações de golpes e movimentação e a do ambiente mudando a cada momento, esses três fatores tornam um desafio muito gostoso para ser enfrentado, inicialmente é difícil de vencer um chefão, mas depois de algumas tentativas o jogador vai criando uma estratégia diferente até se tornar o suficiente para ver o boss cair aos seus pés.


Shovel Knight não é apenas uma homenagem aos amantes de jogos antigos, um jogo que te ganha pela nostalgia, mas a Yatch conseguiu fazer um jogo muito bom de se jogar, com progressões no personagem, com um humor muito bem dosado, principalmente em conversas com os vilões e quando o guerreiro sonha com a Shield Knight; agora com o lançamento para outras plataformas, como Xbox One e os consoles da Sony, que tem o diferencial de poder enfrentar nada mais, nada menos que KRATOS, o Deus da guerra. Não tem motivo para não pegar a sua pá e dar na cara de cada inimigo que ousar cruzar a sua frente neste belo jogo.