4 ótimos jogos em pré venda na PS Store

Ainda com descontos de 20% e ganho de Cupom de 10% para compras futuras!

Confira os cinemas que transmitirão a final do CBLOL 2015

Uma pipoca e League of Legends, bela combinação.

Mostrando postagens com marcador Papo Multiplayer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Papo Multiplayer. Mostrar todas as postagens

11 agosto 2015

Papo Multiplayer: Desejo da Capcom é fazer de Street Fighter a maior marca do eSports, será que tem força para isso?




A Capcom tem um sonho.

Um sonho difícil de ser realizado é claro, mas a ideia da empresa é fazer de Street Fighter o nome mais conhecido em eSports do mundo. 

“Uma direção forte para nós é o aspecto eSports de Street Fighter V”, afirmou em uma entrevista concedida à MCV. “Isso está explodindo no momento e queremos assegurar que o jogo está liderando esse mercado. No momento não estamos no nível de League of Legends, mas é aí que queremos chegar. Pretendemos ser o nome principal nos jogos de luta focados em eSports”.

O fato é que o eSports tem a maior representação em MOBA, jogos FPS tem um grande concorrente que é o CS:GO e em luta, Street Fighter já é o maior nome que temos. Chegar nos parâmetros de League of Legends hoje é considerado uma missão quase impossível, mas o que será que a Capcom tem de planos para chegar nesse nível?

A EVO é um marco anual, mesmo os não amantes de jogos de luta param para acompanhar, vibram com as partidas e entram um pouco no mundo das lutas. Você possivelmente já viu a histórica jogada de Daigo Umehara na EVO de 2004, que por sinal foi considerada a maior jogada da história do eSports.

 

Street Fighter V está vindo aí, seu antecessor fez maior sucesso no console de microsoft da geração passada e o novo jogo da franquia sairá apenas para Playstation 4 e PC. Isso pode ser um ponto negativo na popularidade do jogo.

Novidades estão previstas para SFV, em jogabilidade, existem novas funções; novos personagens e a promessa de um melhor balanceamento do jogo, que por sinal já era ótima.

Street Fighter é uma das maiores franquias do mundo. Com fãs por todos os lados e campeonatos acontecendo pelo mundo todo. Mas o que falta para entrar no grupo dos maiores?


29 julho 2015

Papo Multiplayer: O Antidoping no eSports



Como sabemos, o Anti-Dopping é uma prática comum para todo esportista.

Em todos esportes, existe a possibilidade do uso de medicamentos, drogas ou qualquer tipo de substâncias proibidas, que tenha como objetivo, alterar, geralmente para melhor, o desempenho físico ou mental de um esportista.

Essas substâncias são proibidas pelas entidades que organizam torneios pelo mundo, pois além de poder prejudicar a saúde dos usuários e de competidores adversários, ela é totalmente anti-ética e totalmente contra o espírito de competição.

"Tá bom, isso tudo eu sei, o que tem a ver com o meu joguinho?"

Bem, com o crescimento do eSports, muitas coisas boas do mundo esportivo foi acrescentado ao cenário dos jogos virtuais, tais como, contratos para proteção dos jogadores, torcidas cada vez mais apaixonadas pelo time, organizações sérias, tanto os times, quanto as que realizam os torneios, entre outros.

Mas é claro que nada na vida é só alegria, e coisas ruins também vieram juntas no "barco" e o assunto principal do momento é o doping no eSports. Isso por conta do depoimento do jogador de Counter-Strike: Global Offensive da Cloud9, o canadense Kory "semphis" Friesen, que admitiu ter utilizado Adderall, um medicamento recomendado para o tratamento de transtorno do déficit de atenção e hiperatividade, capaz de aumentar a concentração, diminuir o tempo de reação e melhorar os reflexos do usuário, durante a ESL One Katowice, em março deste ano.

O jogador também disse que esse tem sido um hábito comum, não apenas para ele, mas a maioria dos jogadores do torneio.

E é claro que essa declaração pegou muita gente de surpresa e repercutiu muito negativamente para os esportes eletrônicos.

Depois de todo transtorno gerado, a Electronic Sports League (ESL) anunciou que fará, pela primeira vez, testes antidoping nos cyber-atletas.

Em parceria com o Nationale Anti Doping Agentur (NADA) e o World Anti Doping Agency (WADA), a ESL realizará exames antidoping na ESL One Cologne de Counter-Strike Global Offensive, que será disputada de 20 a 23 de agosto, em Colônia, na Alemanha.


Agora o cerco em volta disso começou a fechar e medidas drásticas começaram a ser realizadas. O problema é: muitos torneios ainda são realizados off-line e nem todo lugar consegue ter um controle efetivo contra o ato de se dopar.

E quanto a EVO, que acabamos de ter a realização de mais um enorme torneio, reunindo milhares de pessoas. E os torneios menores de jogos grandes, ou até mesmo o de jogos mais desconhecidos?

Infelizmente alguns jogadores estão optando pelo uso desse medicamento que pode ser perigoso para algumas pessoas em troca de performance. 

O que você acha disso tudo?

Compartilhe conosco a sua opinião.

04 junho 2015

Papo Multiplayer: A dificuldade de entrar no mercado dos MOBAS

Primeiramente, o que é um MOBA?

Multiplayer Online Battle Arena (arena de batalha oline para multijogadores) é famoso MOBA, jogos estratégicos que nasceram no Mega Drive, por conta do Herzog Zwein e que fez real sucesso com Aeon of Strife, um mapa modificado de Starcraft. Um MOBA consiste em partidas em equipe, cada um jogando com um personagem e que o objetivo é entrar na base inimiga e derrubar as estruturas principais do seu oponente. Cada personagem tem habilidades diferentes, formas de jogar e vão evoluindo durante o jogo de diversas formas.




Com o anúncio da WB Games que seu MOBA do universo DC, chamado Infinite Crises seria fechado de vez, por falta de jogadores e o custo ficando alto, por ser um free-to-play, levantamos uma dúvida aqui, por quais motivos é tão difícil entrar no mercado dos MOBAS?




Infinite Crisis que tem menos de um ano de "vida" será fechado em agosto, jogo muito ambicioso por parte da Warner Bros. com personagens famosos da DC no universo MOBA, não fez o sucesso esperado. Outro MOBA que teve uma história semelhante foi o Dawngate, jogo da EA que tentou entrar no difícil mercado, com mapas diferentes e uma ideia de jogo igualitário, sem um jogador focado na posição de suporte e com funções de proteger e ganhar visão para o seu time, mas falhou da mesma forma e foi fechado ainda em 2014, com apenas 6 meses de Beta aberto.




Atualmente temos poucos jogos em formato MOBA, mas já é o suficiente?

League of Legends e DOTA 2 são sem dúvida os dois maiores nomes, com milhões de jogadores ativos, campeonatos vistos pelo mundo inteiro e premiações milionárias. Lembrando que ambos são fruto do primeiro MOBA feito, o próprio DOTA, que foi um mapa de Warcraft 3, com modificações e que fez muito sucesso, posteriormente criadores e desenvolvedores do jogo foram tanto para a Riot Games, para criar o LoL, quanto para a Valve desenvolver a continuação do consagrado DOTA.

Mas por qual motivo são nomes que se destacam tanto?

League of Legends é um jogo que se destaca pela facilidade e aprendizado que qualquer pessoa, com interesse e um pouco de prática consegue jogar, com gráficos que não requerem uma máquina tão potente é um convite para "experimentar". A Riot Games é um caso a parte, a empresa parece que nunca erra; sempre com alguma novidade, anúncios muito bem elaborados e campanhas que cativam os jogadores a não procurarem outro jogo.




DOTA 2 vai pela parte da comunidade antiga, que não migrou para o seu maior concorrente. Em adição a isso é um jogo que tem como sustento a gigante Valve, que tem histórico de jogos ótimos e um bom apoio aos mesmos. Dota 2 ainda é um pouco menor que League of Legends em jogadores, mas seus fãs são realmente amantes dele. Principalmente o TI (The International) é sempre um grande destaque quando acontece, com muitas fases e reunindo de fato os melhores times do mundo, a premiação desse ano já passou de 10 milhões de dólares, arrecadado de diversas formas, mas o principal da própria comunidade do jogo, valor passa da premiação do Super Bowl, por exemplo.



Existem outros nomes menores como Heroes of the Newerth, que apesar de estar há 5 anos em atividade, teve uma queda em seus números de jogadores, de forma drástica e hoje está entre os jogos MOBA que não se destacam tanto. Outro nome interessante é o Awesomenauts, que é uma batalha em 2D e que faz sucesso, tem bastante jogadores e uma jogabilidade muito interessante, vale a pena testar, nós do Memory Card 8MB já fizemos uma análise do jogo. Recentemente outro jogo que apostou em uma forma diferente de se jogar um MOBA e conseguiu seu lugar ao sol foi Smite, que tem como principal diferente ser jogado em terceira pessoa, com modos de jogo interessantes e mapas muito bem detalhados, outro jogo muito legal.


Awesomenauts

Mas por qual motivo temos tantos MOBA bons sendo lançados e nenhum consegue chegar no patamar de League of Legends e DOTA 2?

Acredito que o maior motivo é que os jogos desse gênero dependem muito de estudos para serem masterizados, são muitos personagens, cada um com pelo menos 4 habilidades diferentes e juntando isso as variações que cada jogo pode ter, cada jogador leva muito tempo para aprender o suficiente para entender o que está acontecendo em cada partida, portanto é muito difícil estar disposto a mudar o MOBA que jogará; não é um estilo de jogo que muitos jogam mais de um por vez, claro que existem os casos, mas poucos estão dispostos à essa rotina e também rola algo como uma "lealdade" ao jogo favorito, que as vezes causa uma briga entre fã-boys de cada jogo, mas isso é assunto para outro papo multiplayer.

Agora a disputa tem outro concorrente de peso, se chama Heroes of the Storm, da gigante Blizzard, empresa conhecida por não fazer jogos ruins. O jogo tem pontos fortes, que vem da própria empresa, os mapas e os personagens são baseados em suas outras grandes franquias, Starcraft, World of Warcraft e Diablo, esse é um motivo para alguns personagens do jogo serem semelhantes aos de Dota, sendo "portados" do Warcraft. Heroes tem suas inovações, como a experiência ganha sendo repartida por todo time, os objetivos serem um pouco diferentes dos costumeiros e os mapas com formatos diferentes. Talvez esse seja a maior aposta para chegar no Top 3 dos jogos MOBA, será que alcançará o patamar de League of Legends e DOTA? Só o tempo dirá, mas tem bons motivos para apostarmos nisso.




Para você, qual é o motivo dos jogos não conseguirem chegar ao que desejam e tantos serem fechados em tão pouco tempo? Qualidade? Fidelidade dos jogadores? Ou algum outro motivo não aqui exposto?

Se possível, deixe sua opinião.

Um MOBA de Pokemon é um sonho apenas meu?

28 maio 2015

Twitch bane streaming de jogos Adults Only



A maior empresa que possibilita seus usuários a fazer stream, a Twitch, proibiu que existam transmissões de jogos Adults Only, foi uma media polêmica, mas que para a empresa era muito importante, pois boa parte de seus frequentadores não teriam a idade necessária para assistir o jogo e controlar isso internacionalmente seria muito difícil.

É uma atitude um tanto quanto polêmica, pois tem pessoas que gostam deste tipo de conteúdo, mas de fato é algo "perigoso" para que pessoas que não tenha a cabeça desenvolvida o suficiente para assimilar o que está acontecendo assista a transmissão.

Seria essa mais um reflexo do Hatred, jogo que conseguiu a proeza de ter sido escolhido o primeiro Adults Only da história da Steam?

Seria uma medida para impedir que vejam esse jogo tão polêmico e que de alguma forma as pessoas que trabalham com games teme a má influência de Hatred?

O que acha disso?


16 maio 2015

Papo Multiplayer: Análise dos times para a segunda etapa do CBLOL 2015



A primeira etapa do CBLOL foi ótima, com grandes partidas e revelações, tivemos como a grande campeã, agora é hora de se preparar que a próxima edição do torneio está prestes a chegar, o campeão desta próxima edição terá a chance de disputar o tão sonhado campeonato mundial.



Os times são:



Pain Gaming - Após uma temporada desapontadora, com muitos empates e jogos ruins, a pain vem com grande força para o próximo CBLOL, após a contratação do Top Laner, Mylon, que vem para substituir Leko, que fez um campeonato muito ruim, o time se candidata como um dos favoritos para vencer o torneio. Kami, Sirt e brTT buscam voltar a melhor forma técnica de cada um e o francês Dioud ainda está conhecendo a forma de jogar dos brasileiros, já que vive reclamando disso em mídias sociais. Para a reserva a PaiN tem 5 jogadores. Zuao, ex-jogador da Keyd Warriors, jungler. Bielz the Cat, Luk3z e a maior contratação do time, para a rota central, Overpow, ex-jogador da Roccat, um cara polêmico, mas muito bom mecanicamente. Será que algum desses jogadores tem chance de ser utilizado?







CNB e-sports - A CNB é um time que tem tudo para melhorar também, apesar de terem feito um campeonato surpreendente e apresentando bons nomes para o cenários, como Aos, Aoshi e Nappon, a CNB vem ainda mais forte, com as contratações de Skyer (anteriormente para a vaga foi contratado o jogador WoqWoq, que foi dispensado depois de 1 mês de time) e Yoda, substituindo o adc Kalec e o mid laner Electro, respectivamente. Para a reserva são 5 jogadores, eles são: Daniquest, Richardooooo, PandaGoon, GGNiko e pBo. Fiquem atentos à CNB, ela está voltando. #ConfiaNosBr.







Keyd Stars - O caso da Keyd Stars parece um pouco diferente das outras equipes, com saída de três ótimos jogadores como Emperor, DayDream e Mylon. Para seus lugares vieram esA, jogador conhecido do cenário, mas com envolvimento com elo job e portanto banido por um ano, parece ser mais uma aposta do que uma realidade, não sabemos como vem jogando. Na jungle vem Krow, outro jogador banido por elo job, em suas primeiras aparições, pela XMA não foi tão bem, mas tem como bagagem a passagem pela 7 Wars, que foi muito boa. E para o Top o jogador Leko, que conta com muita experiência e motivação para compor o time, sua forma técnica hoje em dia é bem questionável. Para a reserva os dois streamers do time, Manajj e Yetz.







G3nerationX - g3x, épico time da época de CS contratou o segundo time da Keyd, a Warriors, que venceu a Dexterity em uma MD3 e garantiu a sua vaga para o CBLO. A composição ficou quase a mesma, um time com nomes conhecidos e algumas apostas do cenário competitivo. Jogadores como Taeyeon, que já passou por times bons e era uma grande aposta do competitivo, Zantins, outro jogador da 7 Wars, que joga no top e o suporte Professor também é um jogador com uma certa experiência, sendo até mesmo treinador. Para atirador da equipe foi contratado o jogador que terminou o primeiro split pela Jayob, TheFox,, que fez bons jogos e para a jungle, Krow, que passou pelo time principal da Keyd e já foi substituído por Revolta.







INTZ - O atual campeão brasileiro vem mais forte do que nunca, após jogar o International Wildcard, que apesar de ter sido uma decepção para os brasileiros, foi uma grande experiência para eles, mas isso apenas se souberem aproveitar disso, lembrando que a Kabum Orange após o mundial voltou muito desmotivada e não aproveitaram nada do que puderam aprender lá fora. Apesar da saída de seu maior destaque, Revolta, e atual melhor jogador do Brasil, a INTZ tem tudo para continuar uma grande potência, para seu lugar o suporte da equipe Jockster virou jungle e trouxeram o mito Alocs para sua vaga. Destaque para a reserva que temos Araneae, jogador que sempre demonstrou vontade de jogar no Brasil e um excelente jungler.







INTZ Red - Time que liderou o circuito desafiante tem um dos melhores elencos que ingressarão na próxima edição do torneio. Jogadores como Brucer e Eryon, que chegou de última hora para substituir Alocs, já são conhecidos no cenário competitivo, o mid laner, conhecido por usar seu chapéu de palha, era outro jogador da 7 Wars e é um dos destaques do time, já Eryon, além de substituir Alocs, veio também para o lugar de OwNing, que novamente teve problemas de suspensão pelo RIOT. Os outros jogadores são SacyR, que jogou com Alocs no Big Gods, Caos, um top laner conhecido em filas ranqueadas e na jungle Leuxuzo, outro jogador que frequenta o topo de filas ranqueadas brasileiras.







KaBuM Orange - Talvez essa seja a maior incógnita do próximo torneio, único time brasileiro a ir para um mundial, a Kabum depois disso não é mais a mesma equipe, com jogadores visivelmente desmotivados, jogadas estranhas e um pouco de soberba, achando que por ter disputado um mundial, frase muito utilizada por seus jogadores em entrevistas, teriam mais experiência para sair de momentos ruins, ou que poderiam fazer algo que outros não poderiam fazer, acabaram caindo muito de produção, tendo até mesmo que disputar sua vaga no torneio contra a IMP. Algumas mudanças foram feitas, seu maior destaque na temporada que foi campeão voltou, Minerva é novamente o ADCarry da equipe e terá como suporte ziriguidun, que há muito tempo estava banido do cenário competitivo e sua volta era muito esperada pelos torcedores. O restante do time se manteve, como Bruninho, LEP no top, que fez uma temporada ruim e o desmotivado Tinowns. Para a reserva tem dois bons jogadores, Ayel, a lenda da SoloQ e dans, ex-jogador titular da equipe, será que a KaBuM terá a mesma força e vontade de jogar de antigamente?







KaBuM Black - Time irmã da Orange, no último torneio se destacou bastante, mesmo começando com pontos a menos que as outras equipes, conseguiu se superar e foi até as semi-finais do torneio, perdendo para a Keyd Stars. Time com jogadores conhecidos como Espeon e Danagorn, mesclado com revelações como Matsukaze, Goku e SkyBart. Goku não se mostrou muito forte na sua posição, apesar de jogar bem no período de lane, caia muito nas partes de lutas, porém os outros dois novatos, Matsukaze, como um grande ad carry e SkyBart mostrando um ótimo equilíbrio entre personagens assassinos e de utilidade ao time, levaram a equipe aos pontos necessários para chegar tão longe; inclusive SkyBart foi estranhamente demitido da equipe e para seu lugar veio o jogador Element, ex-Jayob.


Boa sorte para todos os times e que a próxima edição do torneio venha a ser tão boa quanto a anterior, meu palpite é que esse será o campeonato brasileiro mais disputado de todos os tempos, todas as equipes são fortes, com jogadores experientes e com revelações boas entrando para o alto nível do cenário competitivo brasileiro. E é claro, que o campeão possa nos levar ao campeonato mundial novamente!




05 maio 2015

Conheça o GOG galaxy, um novo competidor para a steam?



A Steam é de fato a maior empresa no setor de venda de games pela internet para PC.

Houveram outros competidores, mas o que chegou mais perto de ser uma ameaça foi a Origin, da EA Games, mas pelo fato de ter um catálogo de games muito restrito nunca chegou a incomodar Gabe Newell e sua gigantesca empresa.

Agora o GOG, que era conhecido pelas vendas de jogos antigos e alimentar o nosso desejo por nostalgia lançou hoje o GOG Galaxy. plataforma para compras, jogar de forma multiplayer, adicionar e conversar com seus amigos... Enfim, basicamente o que já vemos no Steam.

Agora a dúvida que fica é: conseguirão entrar e competir em um mercado que a steam é tão dominante, oferecendo serviços ótimos, granes promoções e que seus usuários tem centenas de jogos em sua conta?

Qual seria a forma de tentar desbancar ou ser apenas notado nesse ramo?

Um grande desafio, mas que pode ser muito benéfico para nós, jogadores.

De fato está bem bonita a interface e parece ter recursos muito legais na plataforma.

Boa sorte ao GOG.



The Witcher 3: Wild Hunt o projeto mais ambicioso da CD Projekt Red



Um dia, quando alguém perguntar qual foi o jogo mais esperado de todos os tempos na minha opinião, responderei sem pestanejar: "- The Witcher 3: Wild Hunt".

Creio que não só eu, mas muitos amantes de um bom RPG estão aguardando esse tão demorado 19 de Maio de 2015.
A espera vale a pena ?
Se restam algumas dúvidas estamos aqui para resolver essa questão.

The Witcher 3 com certeza estará forte entre os melhores jogos do ano.
Teremos à nossa disposição um mundo aberto cheio de aventuras, surpresas e claro, muita pancadaria.
Para começar, o tamanho do mapa do jogo é cerca de três vezes o tamanho do mapa de Skyrim, pra quem conhece o jogo, sabe sobre o que estamos falando. Isso tudo se você parar pra pensar que no jogo não haverão loadings apenas nas "Viagens Rápidas".


As quests secundárias serão divertidas, não será aquele jogo em que você irá passar correndo pelas side-quests para ir até a história. Cada quest têm sua particularidade, os NPC's apresentam personalidades distintas, o que faz você querer ajudar ou apenas atrapalhar o cara. 

Não podemos esquecer da história principal, que será a ultima do nosso grande amigo Geralt, com certeza a CD Projekt Red está preparando algo espetacular para esse final, a mesma já divulgou que teremos um final explosivo. Foi divulgado que o game para ser fechado em 100% o jogador terá que gastar 200 horas do seu tempo livre. 


Falando agora da qualidade dos cenários e dos detalhes únicos em cada história, The Witcher 3 agradará até os mais exigentes. Explorando a performasse da nova geração o game empolgará do inicio ao fim.



Recentemente a IGN conseguiu uma entrevista com o homem responsável por dirigir essa obra de arte, o nome do sujeito Konrad Tomaszkiewicz.


Tomaszkiewicz é o diretor geral de The Witcher 3: Wild Hunt, com um aparente desgaste físico, também não é pra menos, o cara só é responsável pelo hype do mundo inteiro. E parece que os últimos anos não foram fáceis para ele, responsável não apenas por desenvolver o jogo mas também por criar o primeiro jogo do estúdio totalmente multiplataforma.

Veja abaixo trecho da entrevista retirada do site:

“Foi barra pesada," diz Konrad. "Um grande desafio para nós, não apenas porque precisávamos aprender como fazer jogos para novas plataformas mas também porque colocamos nossas metas lá no alto e partimos de um RPG linear como foram os dois primeiros games da franquia The Witcher para uma experiência de mundo aberto, o que é totalmente diferente em termos de produção. Nós tivemos que refazer maior parte dos sistemas básicos do jogo por conta dessa mudança."

"Em Witcher 2 nós usávamos um sistema bastante básico de gatilhos: quando você faz alguma coisa ou vai até um lugar, outra coisa acontece. E nós escrevíamos esses gatilhos manualmente, mas Wild Hunt é quatro vezes maior que seu antecessor, o que torna impossível o trabalho de fazer esses gatilhos de maneira manual, então tivemos que criar um método para automatizar o processo. Além disso, tivemos que fazer diversas modificações por baixo do capô para ajudar na otimização do jogo para diversas plataformas que eram muito diferentes do que estávamos acostumados.”

Pensando no escopo e imensidão de The Witcher 3, é um tanto assustador imaginar que a equipe da CD Projekt RED tem apenas cerca de 200 pessoas. “Se você for parar para pensar,” brinca Konrad, “nossa equipe é bem pequena se comparada com outros jogos por aí, como Assassin’s Creed.” Mas de qualquer forma, como único diretor do projeto, ele teve bastante trabalho para gerenciar todo esse time.

“Para mim foi um desafio imenso gerenciar tanta gente, porque saí do papel de designer para diretor de um jogo para o outro. E se você parar para pensar, essa é uma equipe pequena para o tamanho do produto que estamos fazendo. Por isso precisamos fazer as coisas de maneira inteligente e otimizar todo esse trabalho. Durante o desenvolvimento, esse foi nosso principal objetivo. Diminuir a quantidade de trabalho para fazer o que era preciso. Nós contratamos os melhores no mercado e focamos totalmente nos detalhes, o que nos permitiu fazer de The Witcher 3 um jogo verdadeiramente único."


Falando sobre os aspectos únicos de The Witcher 3, pergunto ao diretor sobre a decisão de não cobrar pelas diversas peças de DLC que o game vai oferecer. Em uma indústria onde virou praxe cobrar por qualquer conteúdo extra, a CD Projekt decidiu oferecer tudo de graça aos seus jogadores.

"Nós acreditamos que toda empresa que faz videogames deve oferecer aos jogadores o máximo que puderem oferecer.Oferecer essas peças de DLC de graça não mostra apenas que nos importamos com nossos fãs; mostra que nos importamos com o jogo e queremos continuar fazendo ele crescer mesmo após seu lançamento. Além disso, é claro, nós queremos deixar clara a diferença entre os DLCs e os pacotes de expansão. Esses pacotes terão entre 10 e 20 horas de jogo e serão experiências totalmente novas. São pacotes de expansão à moda antiga."

Pergunto para Konrad se The Witcher 3 é um passo maior para a CD Projekt RED do que Witcher 2. Ele responde de maneira enfática: "Eu acho que o passo entre Witcher 2 e Witcher foi o maior que já demos na história dessa empresa." O tom de determinação na voz dele me faz acreditar que esse passo certamente não será maior do que as pernas.


Nós da equipe Memory Card não temos dúvidas que o jogo possa ser o GOTY.

E você, se empolgou depois dessa matéria ? 

O game estará disponível para PC, PS4 e Xbox One no dia 19 deste mês.

via IGN



01 maio 2015

Papo Multiplayer: eSports na televisão, alguém apostaria?



A eSports vem crescendo cada vez mais pelo mundo, isso todos nós sabemos, qualquer pessoa que acompanha algum jogo e confere as streams das transmissões deles percebe que os números não param de crescer.

De acordo com uma pesquisa da empresa Newzoo, a audiência global em transmissões de eSports crescerão de 89 mihões para 147 milhões até 2017.

A empresa televisiva ESPN, de esportes em geral, conseguiu ver essa ascensão antes das outras e está com transmissões de League of Legends e Dota 2 no seu terceiro canal, da rede americana. Algumas vezes ocorrem transmissões de outros jogos, como CS:GO, Starcraft 2 e Herores of the Storm, esse último inclusivo que foi alvo da ira do apresentador Colin Cowherd, que disse que se um dia fosse obrigado a cobrir caras jogando video game, ele ia preferir se aposentar e se mudar para um vila rural de pescadores e vender iscas. Além disso, Colin foi muito desrespeitoso com narradores de jogos online.

E agora no Brasil?

Aqui também é nítido o crescimento destes torneios, os lugares sempre estão lotados, as premiações crescendo, mais jogadores brasileiros se focando para se tornar profissional de seu jogo favorito, as equipes investindo muito em seus "pro players", com casas confortáveis e estrutura de primeiro mundo para que possam exercer da melhor forma possível sua profissão.

As transmissões são numerosas, no Dota 2, CS:GO, tendo até o time brasileiro da Keyd sendo convidado para jogar o campeonato Norte Americano do jogo, e o maior nome do eSports que ainda é o League o Legends. No Brasil as transmissões tem picos muito altos de telespectadores, em finais temos números que batem em média 150 mil pessoas assistindo simultaneamente nas plataformas da twitch.tv e do azubu.tv e presencialmente já teve a capacidade de lotar o Marcanãzinho, no Rio de Janeiro. A próxima edição do Campeonato Brasileiro será no Allianz Park, estádio do Palmeiras, novinho e enorme.

Essas finais são um show à parte, com luzes por todos lugares, público vibrando a cada lance, provocação entre os times e é claro, muitas jogadas bonitas para os amantes do game. Mesmo quem não conhece os jogos, ou do que se trata, acaba criando uma curiosidade sobre a grandeza destes eventos.

É difícil falar sobre a concorrência na televisão, mas de fato o público que acompanha os jogos são pessoas muito fiéis aos seus games preferidos, torcem para times, viajam para outros estados, compram camisas, entre outras coisas que nos fazem afirmar que dariam muito mais audiência que muitos programas que já estamos cansados de ver por ai na televisão brasileira. Não podemos esquecer que além do público já existente, teriam outras pessoas que ficariam curiosas com o que estão vendo e talvez investiriam seu tempo para descobrir do que se trata.

O canal Esporte Interativo em seu canal do Facebook publico uma mensagem de apoio a INTZ e consequentemente ao eSport brasileiro, será que o EI já notou que alí está um investimento interessante?

Acha que a televisão faria bem aos games, ou sua influência poderia ser negativa como podemos ver em outros esportes?

Deixe seu comentário!



30 abril 2015

Ubisoft ajudará as vitimas dos desastres do Nepal



Parabéns para a Ubisoft antes de mais nada.

A empresa estará ajudando as vitimas do terrível terremoto que o país foi atingido, pelo fato do Nepal ter sido de grande influência para a criação do extenso mapa de Kyrat, do Far Cry 4, a empresa está fazendo uma bela campanha para ajudar, as receitas que serão conseguidas por meio de doações estão sendo doadas para a Cruz Vermelha do Canadá, que está ajudando as vitimas, que até então tem como contagem de mortos 5.200 pessoas.

Boa Ubisoft!

Fonte: IGNPortugal

29 abril 2015

Pela primeira vez na vida a Steam terá um jogo classificado como "Only Adults"



O pessoal da Destructive Creations conseguiu!

Hatred, o polêmico jogo em que você sai pelas ruas matando quem estiver pela frente sem propósito algum, foi classificado como um jogo apenas para adultos pela steam. O jogo sai em 1º de junho, apenas para PC.

O que acha desse tipo de jogo?

Acha que ele poderia "queimar" a imagem dos games, sendo que sempre que, acontece uma catástrofe e consequentemente acham qualquer tipo de jogo no quarto da pessoa que por algum problema pessoal resolveu sair matando todo mundo pelas ruas, acabam jogando a culpa nos jogos.

Ou acha que se trata de apenas mais um jogo violento, como tantos outros por ai e estão exagerando com Hatred por ser civis e não, por exemplo, um exército que se mata?

Fonte: Gamespot


28 abril 2015

Valve retira mods pagos da steam, certo ou errado?



Bethesda diz que mods pagos para Skyrim não é o que a comunidade queria.
"O feedback é claro, esse não é um recurso que você quer", disse a produtora.

Em meio a muitas críticas, a valve tirou a possibilidade de ter mod pagos, um recurso que eles tinham feito há pouco tempo atrás.

Claramente isso é algo polêmico, por um lado, existem mods muito bem feitos e que melhoram muito mais a sua experiência com o jogo, por outro lado, não se trata de um produto inteiramente seu e o lucro teria que ser bem repartido entre o produtor do mod e a do game em si.

Outro ponto interessante para ser observado é que hoje os produtores independentes estão em crescente, alguns dos jogos mais famoso que são lançados a cada mês são indies; os mods pagos poderiam ajudar esses desenvolvedores a tentarem realizar um trabalho ainda melhor do que já fazem.

O que acha da atitude da Valve? Acha que realmente não deve existe um pagamento por mod, ou poderia ajudar a indústria independente?

Comente!

25 abril 2015

Papo Multiplayer: Violência nos jogos



Violência nos jogos?
por Rodrigo Damasceno

Que esse assunto gera polêmica, sabemos que não é de hoje, porém temos que ter em mente que a violência está presente no mundo no qual vivemos, o que fazemos à respeito é o que nos diferencia de simples jogadores/espectadores de assassinos psicopatas.
Quando assistimos algum filme do Sylvester Stallone ou Arnold Schwarzenegger, na maioria das vezes, sabemos o que iremos encontrar. Sangue, violência, tiro e coisas explodindo. Certo? E mesmo assim temos aquela sensação de sermos machos alpha quando assistimos a uma “Maratona Rambo”, chamamos nossos filhos/sobrinhos mais novos para verem “filme de homem”.

Porém quando se trata de jogos de videogame, aí a coisa muda de figura. Pergunto-te, por quê? 
Houve uma época em que o jogo Counter Strike foi proibido de ser jogado no Brasil, por culpa de uma mídia tendenciosa e manipuladora, que destorce os fatos.
Na época me lembro de um psicopata que entrou em um cinema com uma arma e matou algumas pessoas inocentes.
Faço uma pergunta, de quem foi a culpa? Do jogo QUAKE ou da mentalidade psicótica do criminoso?
O cérebro humano tende a achar a solução mais fácil e prática, no caso, culpar os jogos.
Realmente acredito que assim como nos filmes deve-se haver uma censura etária, onde uma criança cuja personalidade ainda está em formação não deve assistir a um filme erótico, por exemplo, também não deve jogar jogos de temática adulta.
O bom senso deve prevalecer.

Concorda? Discorda? Deixe seu comentário.